O ato simbólico acontece entre as 20h30 e 21h30 do fuso horário local para demonstrar preocupação com o meio ambiente
No ano passado, 150 países participaram do evento Foto: Reprodução
Cidades de todo o mundo apagarão as luzes neste sábado durante 60 minutos para a Hora do Planeta, iniciativa criada pela ONG ambientalista WWF. O ato simbólico acontece entre as 20h30 e 21h30 do fuso horário local para demonstrar preocupação com o meio ambiente. No Brasil, pelo menos 126 cidades participam do evento.
A iniciativa surgiu em Sydney em 2007 e convocou 2 milhões de pessoas. Sete anos depois, em 2013, cidadãos em mais de 153 países de todos os continentes, incluindo a Antártida, desligaram suas luzes. Mais de 1,3 mil monumentos e edifícios representativos foram apagados, contou a organização.
No Brasil, Belo Horizonte foi eleita a capital nacional
da Hora do Planeta. Segundo um júri internacional, a cidade venceu uma
disputa interna com Rio de Janeiro e São Paulo pelo esforço direcionado
para a sustentabilidade. Em sua terceira edição, o Desafio das Cidades
elegeu capitais em 13 países que atuam na preservação ambiental
sustentável.
“A primeira edição do Desafio no Brasil nos mostra que
há excelentes exemplos de cidades que desempenham um papel de liderança,
medindo suas emissões e construindo planos abrangentes para enfrentar
as mudanças climáticas”, observou Florence Laloe, secretária executiva
Câmara Internacional sobre desenvolvimento sustentável (Iclei, da sigla
em Inglês).
O parecer técnico do júri apontou que Belo Horizonte
“apresenta uma estratégia de baixo carbono integrada, guiada por uma
visão forte e construída através de ações concretas”.
Segundo a prefeitura da capital mineira, entre os
projetos que levaram a capital à vitória, está a Usina Solar
Fotovoltaica, instalada na cobertura do Mineirão, um dos estádios da
Copa do Mundo. O desenvolvimento adequado da energia solar térmica
também foi fator determinante. “A capital mineira é referência na
aplicação do coletor solar para aquecimento de água e em números de
edificações multifamiliares existentes com a aplicação da tecnologia -
aproximadamente 3 mil edifícios residenciais”, publicou a prefeitura
após o resultado.
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