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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Contas de luz terão novamente bandeira tarifária vermelha em fevereiro

Em fevereiro, os consumidores brasileiros vão pagar novamente um adicional de R$ 3 a cada 100 quilowatts/hora (kWh) de energia consumidos. Pelo segundo mês, estará em vigor a bandeira tarifária vermelha para todas as regiões, exceto para os estados do Amazonas, Amapá e de Roraima.

O sistema de bandeiras tarifárias, que permite a cobrança de um valor extra na conta de luz, de acordo com  o custo de geração de energia, entrou em vigor no início de janeiro. No primeiro mês do ano, a bandeira também foi vermelha, por causa do uso intenso da energia de termelétricas, que é mais cara do que a gerada por usinas hidrelétricas.

As bandeiras funcionam como um semáforo de trânsito, com as cores verde, amarela e vermelha para indicar as condições de geração de energia no país. Se for um mês com poucas chuvas, os reservatórios das hidrelétricas estarão mais baixos, por isso, será necessário usar mais energia gerada por termelétricas.O sistema de bandeiras tarifárias, que permite a cobrança de um valor extra na conta de luz, de acordo com  o custo de geração de energia, entrou em vigor no início de janeiro. No primeiro mês do ano, a bandeira também foi vermelha, por causa do uso intenso da energia de termelétricas, que é mais cara do que a gerada por usinas hidrelétricas.
Quando a conta de luz vier com a bandeira verde, significa que os custos para gerar energia naquele mês foram baixos, portanto, a tarifa de energia não terá acréscimo. Se vier com a bandeira amarela, é sinal de atenção, pois os custos de geração estão aumentando. Nesse caso, a tarifa de energia terá acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts/hora (kWh) consumidos. Já a bandeira vermelha mostra que o custo da geração naquele mês está mais alto, com o maior acionamento de termelétricas, e haverá um adicional de R$ 3 a cada 100 kWh.
Segundo a Aneel, com o sistema de bandeiras tarifárias, o consumidor poderá identificar qual a bandeira do mês e reagir a essa sinalização com o uso inteligente da energia elétrica, sem desperdício

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

PREFEITURA NÃO PAGOU A CONTA DE LUZ A CELPE CORTOU EM PE


CAOS ADMINISTRATIVO: CELPE CORTA ENERGIA DE PRÉDIOS PÚBLICOS EM TAQUARITINGA DO NORTE


 O município de Taquaritinga do Norte se encontra num verdadeiro caos administrativo. Depois de demitir todos os funcionários com cargos comissionados e a equipe de secretários para poder fechar o ano com as contas regulares, o prefeito Evilásio parece ter perdido o controle da administração. As críticas a atual administração não param, funcionários insatisfeitos ficaram sem receber seus salários nos últimos meses de 2014 e tiveram que trabalhar sem receber para que a prefeitura não se complicasse nas contas.
 O município enfrenta graves problemas nas áreas de Saúde, Segurança e Educação, o comércio está paralisado e o Turismo há muito tempo não acontece na Dália da Serra. No populoso Distrito Pão de Açúcar a população acusa o prefeito de ter abandonado a localidade.
 O caos no município chegou a tal ponto que a CELPE já cortou o fornecimento de energia de alguns prédios públicos de Taquaritinga do Norte, por falta de pagamento. Na sede, a energia do Açougue Público também foi suspensa no início da semana.
Por: Paulo Pereira
Do: Blog Agreste Notícia

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Uso intenso de termelétricas provocará aumento nas contas de luz em janeiro



Por causa do uso intenso de energia de termelétricas, a bandeira tarifária que será aplicada em janeiro será vermelha para os quatro subsistemas do Sistema Interligado Nacional. Isso significa um acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora consumidos, exceto para os estados do Amazonas, do Amapá e de Roraima. As bandeiras de janeiro foram divulgadas hoje (26) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O sistema de bandeiras tarifárias começa a valer em 1º de janeiro e representará uma cobrança extra na conta de luz pelo uso de energia de termelétricas pelas distribuidoras. No primeiro mês, a cobrança será feita proporcionalmente ao dia do fechamento da fatura de cada cliente. Para as contas de luz com fechamento previsto para 10 de janeiro, será cobrada a bandeira tarifária apenas sobre os dez dias de janeiro. Os demais 20 dias referentes a dezembro virão com o valor normal.



Conta de luz com bandeira verde significa que os custos para gerar energia naquele mês foram baixos. Portanto, a tarifa de energia não terá acréscimo. Com a bandeira amarela, é sinal de atenção, pois os custos de geração estão aumentando. Nesse caso, a tarifa de energia terá acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
As bandeiras funcionarão como semáforos de trânsito, com as cores verde, amarelo e vermelho para indicar as condições de geração de energia no país. Por exemplo, se for um mês com poucas chuvas, os reservatórios das hidrelétricas estarão mais baixos. Por isso, será necessário usar mais energia gerada por termelétricas, que têm preços mais altos.
A bandeira vermelha indica que o custo de geração naquele mês está mais alto, com maior acionamento de termelétricas, havendo necessidade de adicional de R$ 3 a cada 100 kWh.
Segundo a Aneel, por meio do sistema o consumidor poderá identificar a bandeira do mês e reagir à sinalização com o uso inteligente da energia elétrica, sem desperdício

terça-feira, 3 de junho de 2014

Família diz que mulher morreu eletrocutada porque tentou religar luz cortada pela Celpe

mulher eletrocutada

O corpo de Edilane Lúcia da Silva, de 24 anos, continua no Instituto de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro. O acidente ocorreu a poucos metros da residência humilde no Loteamento Constantino, na Muribara, São Lourenço da Mata.
A dona de casa era mãe de três crianças de sete, quatro e dois anos. Ela tentava religar a energia, já que a luz tinha sido cortada por falta de pagamento, pois as faturas passaram de R$ 20 para R$ 90, valor que a família não tinha condições de pagar.
De acordo com os parentes da vítima, a ligação clandestina era o recurso utilizado há cinco anos para manter funcionando a geladeira e a única TV.
Em nota, a Celpe diz estar à disposição para esclarecimentos, mas lembra que apenas técnicos podem atuar na rede elétrica.

Da Rádio Jornal

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Governo busca tirar mais 3 tributos do empréstimo às distribuidoras

Isenção de PIS/Cofins, IR e CSLL deve levar a desoneração de R$ 1 bilhão.
Governo já havia zerado cobrança de IOF do empréstimo


Depois do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o governo federal deve agora isentar da cobrança de PIS/Cofins, Impostos de Renda (IR) e Contribuição Social sobre o Lucro Liquido (CSLL) o empréstimo bancário para socorrer as distribuidoras de energia, estimado em R$ 11,2 bilhões. O G1 apurou que, com essa nova medida, o governo deve abrir mão de uma arrecadação de pelo menos R$ 1 bilhão.
Nesta semana, houve ao menos uma reunião no Ministério da Fazenda para discutir o assunto. Informações obtidas pelo G1 apontam que as negociações estão adiantadas e que a retirada desses tributos deve ser anunciada nos próximos dias.

Se a incidência dos tributos fosse mantida, esse valor de R$ 1 bilhão seria adicionado ao do empréstimo, que será pago pelos consumidores via conta de luz a partir e 2015. Além de reduzir o valor a ser cobrado dos consumidores, a isenção evita que o governo seja questionado por usar o empréstimo para aumentar a arrecadação.
Apesar dessa desoneração, ainda vai incidir sobre o valor da operação uma taxa de juros de CDI (depósito interfinanceiro) mais 1,9% ao ano. O prazo para quitação será de 3 anos, com um ano de carência.
IOF
O decreto que zera a alíquota de IOF sobre o empréstimo foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União, do dia 25 de abril. A estimativa é que, com essa medida, o governo deixe de arrecadar outros R$ 210 milhões.
Essa decisão também deve diminuir em 0,2% o repasse para as tarifas de energia no ano que vem, segundo estimativa do diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino.
Plano emergencial
Em meados de março o governo anunciou um plano para socorrer as distribuidoras, que alegam não ter dinheiro para fazer frente ao aumento de custos provocado pelo uso mais intenso das usinas termelétricas, que produzem energia mais cara, e com a compra de energia no mercado à vista.
Essa situação é provocada pela falta de chuvas no início de 2014, que levou à queda no nível dos reservatórios das hidrelétricas. Para poupar água dessas represas, são acionadas as térmicas, que funcionam por meio da queima de combustíveis como gás e óleo.
A estiagem também provocou a disparada no preço da energia no mercado à vista, onde as distribuidoras precisam comprar toda a energia que usam para atender seus consumidores, mas que não está sob contrato.
Uma das medidas do plano de socorro é a injeção de recursos para financiar esse aumento de custos. Na época do anuncio, o governo informou que seriam R$ 12 bilhões, sendo R$ 4 bilhões aportados pelo Tesouro e R$ 8 bilhões via empréstimos bancários, a serem pagos pelos consumidores a partir de 2015.
Depois, o governo reviu essa equação: as distribuidoras devem receber agora R$ 12,4 bilhões, sendo 11,2 bilhões emprestados dos bancos. O aporte do Tesouro vai ficar em R$ 1,2 bilhão.
Esse valor do empréstimo, porém, pode ficar maior. Isso porque o leilão realizado pelo governo no dia 30, outra medida do plano de socorro, não conseguiu contratar toda a energia para eliminar a necessidade das distribuidoras comprarem energia no mercado à vista. A estimativa de R$ 11,2 bilhões em empréstimos em 2014 levava em consideração o fim da chamada exposição das distribuidoras.
Primeira parcela liberada
Nesta semana também foi liberada a primeira parcela do empréstimo, de R$ 4,7 bilhões. A operação está sendo intermediada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) junto a dez bancos, entre eles a Caixa e o Banco do Brasil.
Essa parcela quitou os gastos extras das distribuidoras com uso de térmicas e compra de energia no mercado à vista no mês de fevereiro. Esses pagamentos são normalmente feitos dois meses depois, por isso a conta de fevereiro foi paga no final de abril.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Consumidor residencial pagará mais 17,51% na conta de luz

Aumento entra em vigor amanhã


Os consumidores residenciais pernambucanos vão ter um aumento de  17,51% na conta de energia a partir do próximo dia 29. O que mais contribuiu para puxar o reajuste para cima foi a energia produzida pelas térmicas, que é mais cara do que a gerada pelas hidrelétricas.Os grandes consumidores, como as indústrias de grande porte terão um reajuste de 17,86%.
O reajuste médio ficou em 15,99. Os próprios diretores da Aneel disseram que o aumento é "preocupante". Ele significa quase três vezes a inflação registrada nos últimos 12 meses. No entanto, o diretor da Aneel alegou que o atual reajuste é o resultado do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas e o uso da energia das térmicas.
Segundo o relator do processo, André Pepitone, os pernambucanos estão pagando o mesmo custo que pagavam pelo megawatt-hora em 2009, cerca de R$ 350.

O que mais fez o preço da energia subir foi a pouca chuva do Sudeste do País, região responsável por 70% dos reservatórios das principais hidrelétricas do País.

Do JC

domingo, 27 de abril de 2014

Conta de luz vai subir na terça-feira

Aneel autoriza a Celpe a reajustar tarifas nesta segunda-feira. Ao consumidor, resta economizar

Economizar vai ser a única saída se o consumidor quiser diminuir o impacto que o próximo aumento terá na conta de energia, que vai entrar em vigor na próxima terça-feira. Amanhã, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definirá o reajuste da conta de luz dos pernambucanos. A expectativa é de que seja um percentual de dois dígitos como ocorreu com outras distribuidoras do Nordeste que tiveram reajustes que variaram de 11% a 18%.
“O desperdício de energia tem a ver com hábitos, que podem ser alterados sem custo para o consumidor”, lembra o coordenador geral de Eficiência Energética do Ministério de Minas e Energia, Carlos Alexandre Principe Pires. Ele está se referindo a atitudes simples (veja dicas ao lado).
A outra forma de economizar é bancar um investimento que reduza o consumo de energia. Entre os clientes residenciais, um dos grandes vilões é o chuveiro elétrico, que chega a consumir 18% da energia do Brasil entre as 18h30 e 20h30. Um aquecedor a gás ou a energia solar pode ser uma das soluções para diminuir o impacto do eletrodoméstico na conta. Em média, um investimento desse tipo é compensado em três anos.
Há equipamentos que até desligados consomem energia, caso estejam ligados na tomada, como a televisão, box de TV a cabo, computador, aparelho de som, laptop, segundo a gerente de Eficiência Energética do Grupo Neoenergia, Ana Mascarenhas.
O consumidor deve ficar atento a esses detalhes porque a falta de chuvas e as iniciativas do governo federal (como a lei 12.783) criaram mais despesas com o funcionamento das térmicas (que produzem uma energia mais cara). As distribuidoras tiveram que comprar a energia com o preço em alta e, por isso, estão contraindo empréstimos bilionários. O impacto dessas medidas vão deixar a conta de luz mais alta nos próximos três a cinco anos, segundo especialistas do setor.
“Os consumidores residenciais não estão mais economizando da mesma forma que faziam na época do racionamento”, diz Ana. O racionamento ocorreu em 2001 e na época até os equipamentos que ficavam em stand by eram desligados da tomada. Na época, o governo obrigou as famílias a reduzirem 20% do seu consumo.


Do JC