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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Em ato contra marcha da maconha no Recife, Cleiton e Michele Collins colhem assinaturas contra a legalização

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O deputado estadual Cleiton Collins e a vereadora Michele Collins, ambos do PP, ela pré-candidata do partido ao governo do Estado, realizaram na manhã desta terça-feira um ato no centro do Recife contra a legalização e regulamentação do uso da maconha, na Praça da Independência, no centro do Recife.
Ele disseram ter coletado milhares de assinaturas
O evento foi promovido pelo Movimento Mães contra o Crack.
De acordo com representantes do movimento, a iniciativa foi um protesto antecipado contra a Marcha da Maconha Recife, prevista para ser realizada em 04 de maio, com concentração na Praça do Derby.
Cleiton Collins é coordenador da Frente Parlamentar em Defesa das Comunidades Terapêuticas da Alepe e Michele integra a Frente de Combate ao Crack da Câmara dos Vereadores do Recife.
“Eles militam no combate às drogas há quase duas décadas e defendem a implementação de mais políticas públicas na área, a ampliação da rede de atendimento ao usuário de drogas, a oferta de serviços e o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas comunidades terapêuticas em prol do combate às drogas”, informam.
Na opinião do pastor, a Marcha da Maconha estimula o consumo da substância que, segundo ele, traz muitos malefícios à saúde e à vida das pessoas.
A vereadora Michele Collins ressaltou que o consumo de maconha é a porta de entrada para outras drogas mais fortes.
“Precisamos de mais políticas públicas, direcionadas para o combate, o atendimento e o tratamento dessas pessoas. É também necessário trabalhar a reinserção delas no mercado de trabalho”, disse o pastor.
“São muitos os danos que a maconha causa à saúde e isso é comprovado por médicos e especialistas. Sabemos que gera danos cerebrais permanentes, perda de memória e vicia”, comentou Michele Collins.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Militantes marcham em Natal pela legalização da maconha

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A Marcha vai acontecer também em outras capitais do Nordeste neste fim de semana.
Fotos: Kívia Soares NE10 RN
 
 
Kívia Soares Do NE10/Rio Grande do Norte


Militantes a favor da legalização da maconha no Brasil se reuniram na tarde de hoje (24) ,em Natal, em mais uma Marcha da Maconha. A manifestação que ocorre em diversas cidades do país desde 2002 está em sua quarta edição na capital potiguar. A manifestação se concentrou na Praça Gentil Ferreira, no Alecrim, bairro comercial da cidade, por volta das 15h.
Os militantes saíram em caminhada pelas ruas às 16h20 em direção ao centro da cidade, mais precisamente para a Praça Vermelha, onde acontece o encerramento do ato. Logo em seguida está marcado um show na Ribeira. Eles seguravam faixas e cartazes que pediam a descriminalização do uso da droga e se mobilizaram ao som de reggae e do grupo pau e lata, que seguiu tocando durante o movimento. "Dilma Rousseff legalize o Back",  "Arroz, feijão, maconha e educaçao" e "fora Marco Feliciano" foram algumas das palavras de ordem entoadas pelos manifestantes.


Os militantes da causa durante a concentração do movimento.
Segundo Leilane Assunção, doutora em Ciências Sociais pela UFRN e uma das coordenadoras da manifestação em Natal, a escolha pelo Alecrim para realização da marcha este ano foi pelo fato ser  um bairro popular e assim trazer a pauta do movimento para mais perto de todas as parcelas da sociedade.
Ela explica que a "maior droga é a proibição", pois muitos jovens só experimentam as drogas pelo fato de ser proibido, e defende que com a legalização do uso da maconha haveria uma redução no tráfico e nos altos índices de violência registrados no Brasil.


Manifestantes em caminhada pelas ruas do Alecrim

"Hoje em nosso País se investe mais em criar vagas em presídios do que em escolas. Com a legalização a sociedade terá um grande benefício, pois diminuiremos a violência e o tráfico. Em outros países onde a maconha já é legalizada temos exemplos disso e também de que não houve aumento do uso pelo fato de não haver proibição", disse Leilane.
Já o bacharel em História e membro do Coletivo Canabis Ativa, Diego Castro,  ressalta que a marcha também luta contra o crime organizado, cujo lucro do tráfico vai para a coorrupçao e latrocínio."Essa não é uma luta de maconheiros, mas sim de pessoas que querem acabar com a criminalização da maconha", destacou.or
A Marcha da Maconha vai acontecer também em outras capitais do Nordeste, em Salvador (BA)  o movimento está previsto para este sábado (25) e em Fortaleza (CE) no próximo domingo (26). Em Recife a marcha aconteceu no último dia 19 e na cidade de Olinda está prevista para ocorrer em 1º de junho.