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domingo, 21 de junho de 2015

Idosa é presa vendendo crack no bairro do Salgado em Caruaru-PE

Idosa estava vendendo crack no bairro do Salgado / Foto: Reprodução/TV Jornal.

Uma idosa foi presa suspeita de tráfico de drogas na noite dessa quinta-feira (18) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. De acordo com informações da Polícia Militar, o efetivo recebeu a denúncia de que uma mulher estava comercializando drogas na Rua Americano Freire, no bairro do Salgado. Os policiais, que faziam rondas pelo bairro, se dirigiram ao local e encontraram a idosa.

Ainda segundo a polícia, Josineide Maria da Silva, de 66 anos, estava com 10 pedras de crack e teria confessado estar vendendo o entorpecente. Ela foi encaminhada à delegacia regional do município e autuada em flagrante por tráfico. Após os procedimentos, ela foi levada para a Colônia Penal Feminina de Buíque, também no Agreste.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Brasil dará liberdade a um dos maiores criminosos da história do país.



As ruas brasileiras se preparam para receber de braços abertos, um dos maiores criminosos da história do Brasil. Marco Willians Herbas Camacho mais conhecido como Marcola, é um prisioneiro que cumpre pena no presídio de segurança máxima Presidente Venceslau, e pode ver contados os seus dias na prisão. Marcola é acusado de ser o líder da famosa facção criminosa PCC, ou Primeiro Comando da Capital, apesar de negar acusações (segundo ele, a PCC não tem um líder). Natural da cidade paulista Osasco, ele foi preso ainda rapaz, aos 17 anos de idade, e desde então vem mantendo suas relações com o tráfico de dentro da cadeia. Chegou a se casar em 2007 com outra prisioneira, Cynthia Giglioli da Silva, também envolvida com o TCC (ela havia recebido quase cem mil reais da facção). 
Marcola hoje se prepara para deixar o presídio e voltar às ruas, onde espera ser recebido de braços abertos por seus comparsas. Apesar de ter sido condenado há quase 234 anos de prisão, Marcola foi abençoado pela lei brasileira, que diz que um condenado não pode ficar preso por mais de trinta anos. Hoje, aos 46 anos de idade, forte, cheio de saúde e disposição, Marcola poderá voltar a cuidar dos seus negócios diretamente do conforto do seu lar.



Nosso país é tão generoso, não? O que vocês acham disso? Acham correta essa lei? Acreditam que trinta anos é tempo suficiente para que criminosos como esse paguem pelos seus atos? Ou acha que ele deveria ter sido embalado e mandado de presente para o governo da Indonésia?



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FONTE-http://www.sabianewsja.info/2015/01/absurdo-marcola-volta-as-ruas-agraciado.html

domingo, 18 de janeiro de 2015

Outro brasileiro condenado por tráfico na Indonésia deve ser fuzilado em fevereiro

Rodrigo Gularte foi preso em 2004 ao tentar entrar no país com cocaína em pranchas
Rodrigo Gularte foi preso em 2004 ao tentar entrar na Indonésia com pacotes de cocaínaGetty Images



Após executar o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, a Indonésia deve executar neste ano mais um brasileiro pelo crime de tráfico de drogas. Rodrigo Gularte, de 42 anos, que está no corredor da morte há cerca de dez anos, tem seu fuzilamento previsto para fevereiro.
Gularte foi preso em 2004 por tentar entrar no país com 6 kg de cocaína. Ele usou oito pranchas de surfe para esconder 12 pacotes da droga.
O brasileiro estava a caminho da ilha de Bali, acompanhado de dois amigos, mas assumiu sozinho a autoria do crime de tráfico internacional de drogas.
Em entrevista neste sábado (17) à emissora GloboNews, a mãe do condenado, Clarisse Gularte, afirmou que seu filho sofre de problemas mentais. Segundo reportagem do jornal Gazeta do Povo, uma familiar do brasileiro vai entregar nos próximos dias às autoridades indonésias um laudo médico que atesta um quadro de esquizofrenia em Gularte.
O ministro da Justiça da Indonésia, Heru Prasetyo, disse na sexta-feira (16) que as execuções planejadas para este domingo mostram que o país não vai ceder na guerra contra as drogas.
Ele explicou que a execução de domingo seria a primeira do ano, disse que haveria ainda um segundo grupo de executados em 2015 (no qual se encontra Gularte) e que isso aconteceria provavelmente em fevereiro.
A única forma de reverter a execução da pena de morte na Indonésia, após a condenação pela Justiça, é por meio do perdão presidencial. Este recurso, no entanto, dificilmente será adotado pelo atual presidente, Joko Widodo. Ele assumiu o poder em outubro passado com uma plataforma política em que o rigor no combate ao crime fazia parte das promessas de campanha.
Na sexta-feira (16), após uma semana de tentativas, Dilma conseguiu falar por telefone com Widodo para fazer um apelo pessoal pelas vidas de Archer e Gulart, mas o pedido foi negado.
Segundo um comunicado do Palácio do Planalto, o presidente indonésio disse que não poderia comutar a sentença de Moreira e Gularte, porque "todos os trâmites jurídicos foram seguidos conforme a lei indonésia, e aos brasileiros foi garantido o devido processo legal".
Tentativas de ao menos adiar a execução foram feitas também pela Anistia Internacional, mas os planos esbarraram no apoio popular à pena de morte para traficantes entre a população da Indonésia, que é de maioria muçulmana.
Após o fuzilamento de Moreira, a presidente Dilma emitiu comunicado se dizendo ‘indignada’ com a execução. Ela convocou o embaixador brasileiro em Jacarta para consultas, uma atitude que é interpretada como um abalo das relações diplomáticas.
Segundo levantamento da Anistia Internacional, há 160 pessoas no corredor da morte na Indonésia, dos quais 63 são estrangeiros de 18 países.
Além de indonésios e do brasileiro, há condenados da Austrália, China, Estados Unidos, França, Gana, Holanda, Indonésia, Índia, Irã, Malásia, Nepal, Nigéria, Paquistão, Serra Leoa, Tailândia, Vietnã e Zimbábue.
As principais condenações foram por homicídio, terrorismo e, no caso dos estrangeiros, quase todas por tráfico de drogas.
As execuções por pena de morte, que não eram realizadas desde 2008, voltaram a acontecer no país em 2013, quando cinco condenados foram executados. Em 2014, não houve execuções.
De acordo com o último levantamento do Itamaraty, havia 3.209 brasileiros presos no exterior até o fim de 2013.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Brasileiro condenado por tráfico de droga será executado na Indonésia no domingo


De acordo com a ONG, a defesa de Moreira disse que o governo indonésio negou as solicitações do governo brasileiro para extraditar o preso / Foto: Reprodução
De acordo com a ONG, a defesa de Moreira disse que o governo indonésio negou as solicitações do governo brasileiro para extraditar o presoFoto: Reprodução
A Indonésia vai executar no domingo (18) o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, condenado por tráfico de drogas, informou nesta sexta-feira (16), em comunicado, a organização não governamental (ONG) Human Rights Watch. Ele está preso desde 2003.

"O governo indonésio está preparando um pelotão de fuzilamento" para executar Moreira e cinco outros prisoneiros condenados à morte por tráfico de droga,  disse a organização.

De acordo com a ONG, a defesa de Moreira disse que o governo indonésio negou as solicitações do governo brasileiro para extraditar o preso, para que possa cumprir a sua pena de prisão no Brasil.

O Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas e peritos da ONU já expressaram a sua preocupação pela aplicação da pena de morte em um caso de tráfico de droga, segundo a Human Rights Watch.

O presidente indonésio Joko Widodo apoia a pena de morte para os traficantes de droga e negou clemência para os prisioneiros, considerando que os traficantes destroem "o futuro da nação".

Em 2013, o governo indonésio acabou com uma moratória não oficial da pena de morte que durou quatro anos. No mesmo ano, as autoridades indonésias executaram um cidadão do Malaui acusado de entrar com um quilo de heroína na Indonésia.

A organização de defesa dos direitos humanos qualifica como odiosa a aplicação da pena de morte pelo governo indonésio e apela ao presidente para aboli-la no país

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Atacante Adriano é denunciado pelo MP-RJ por tráfico de drogas

Jogador, que está acertado com time do futebol francês, pode responder também por falsificação de documentos. Denúncia será avaliada pela 29ª Vara Criminal do Rio


Antes de tentar retomar a carreira, Adriano terá outra batalha pela frente. O atacante, que está acertado com o Le Havre, da segunda divisão francesa, foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro nesta terça-feira por tráfico de drogas e associação ao tráfico. A informação é da ESPN e confirmada pelo órgão em seguida. Segundo o canal, o jogador pode responder também por falsificação de documento.   
Adriano e maillol, Le Havre (Foto: Claudia Garcia)Adriano, no último fim de semana, em visita ao Le Havre (Foto: Claudia Garcia)
A denúncia foi feita pela 1ª Central de Inquéritos do Ministério Público do Rio de Janeiro e será avaliada pela 29ª Vara Criminal. Adriano estava na França, onde visitou as instalações do Le Havre, e embarcaria para o Rio de Janeiro ainda nesta terça. O atacante ainda não assinou contrato com o clube francês, mas diz estar “99% acertado”. Ele só jogaria na equipe me janeiro. Na denúncia do Ministério Público, o promotor não pede a prisão de Adriano, mas recomenda que seu passaporte seja recolhido devido à "possibilidade de fuga do jogador, por ser ‘pessoa com elevados recursos financeiros’".
De acordo com o MP, na época da compra da moto, a Vila Cruzeiro era dominada pelo Comando Vermelho, facção da qual Mica fazia parte. Segundo a denúncia, o traficante era a “pessoa que autorizava ou não a entrada e saída de pessoas e a realização de eventos na região” e precisaria de “veículos velozes, em especial motocicletas, pela agilidade no tráfego, que fossem legalizados e não levantassem suspeitas quando transitassem fora das comunidades”. O MP se baseou em investigação da polícia que diz que Adriano comprou uma moto para um traficante da Vila Cruzeiro, comunidade onde o atacante foi criado. Segundo a denúncia, o jogador, junto com o amigo Marcos José de Oliveira, possibilitou que o bem fosse utilizado para o tráfico ilícito de drogas. A moto comprada por Adriano, em 2007, foi colocada no nome da mãe do traficante Paulo Rogério de Souza Paz, o “Mica”, que seria seu amigo(clique aqui e relembre o caso).
  Com tal argumentação, a entidade diz que jogador e seu amigo “se associaram aos traficantes em atividade na Vila Cruzeiro, com a finalidade de facilitar o tráfico ilícito de drogas e as atividades afins". A pena prevista para o tráfico é de 15 anos. A punição por associação ao tráfico é de dez anos