Neymar pai trabalhou bem. Sonho realizado. Milhões no bolso. Salário de astro mundial. Mais contratos de publicidade.
Oito meses depois, o sonho virou pesadelo.
Mesmo depois de marcar um gol em seu primeiro clássico contra o Madrid e levar o Barça ao título da Supercopa da Espanha, contra o rival Atletico, nosso Jr não vai bem.
Jornais e sites da Espanha mostram pesquisas em que torcedores reprovam a contratação do nosso Jr. Outros torcedores preferem Pedro e Alexis. Querem nosso Jr no banco de reservas.
Fora de campo o namoro com Bruna terminou. A transferência para a Catalunha, nada explicada, ganhou as páginas do mundo. Páginas policiais. O presidente do Barça caiu.
Jr entrou em campo nas redes sociais. Defendeu o pai e atirou para todos os lados.
Dentro de campo, problemas. De dono do time da Vila, nosso Jr virou ponta-esquerda. E se esconde em campo. De preferência, na sombra. À sombra de Messi. O esquema do técnico Tata, argentino como Leo, não favorece nosso Jr. Mas Leo é o dono do time.
Mas o sonho não era jogar ao lado dele?
Bem que Guardiola avisou. Num almoço com o pai do Jr, alertou que o Barcelona tem um dono poderoso. Dono dentro de campo. E que a vida do nosso Jr não seria fácil.
Guardiola disse que a melhor opção seria seu Bayern. Na Alemanha, com ele no comando, nosso Jr seria, sim, o dono do time. E disse mais. Afirmou que seu time jogaria para o Jr. E que no Barça, isso jamais aconteceria.
Neymar agradeceu. Disse que, como pai, queria realizar o sonho do filho.
FONTE-R7-DIVUGAÇÕES
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