Marido diz que médico demorou para transferir a mulher para um hospital
Railma Rodrigues morreu após fazer cirurgia plástica em Taguatinga Reprodução / TV Record Brasília
Moradora do DF, a bancária Railma Rodrigues Soares, de 32 anos, morreu após fazer cirurgias plásticas e, clínica particular em Taguatinga (DF). Ela era casada e mãe de um menino de sete anos.
Ela deu entrada na clínica no último dia 26 de abril para trocar as próteses de silicone dos seios e fazer uma lipoescultura. Segundo o marido dela, a vítima fez todos os exames exigidos pelo cirurgião plástico e nenhum problema de saúde foi detectado.
No domingo (27), o marido dela, Claydson Siqueira foi buscá-la, mas ela não teve alta porque apresentou complicações. Ele diz que pediu que a mulher fosse transferida para outro hospital, mas o médico se recusou.
— Ela estava sem falar, mão urinava, muito pálida, em estado lastimável. O médico dizia que ela estava bem, que era normal e que ela ia melhorar.
Depois de muita insistência da família, na terça-feira (29), o médico autorizou a transferência de Railma para um hospital na Asa Sul, região central de Brasília. No dia seguinte ela morreu. Os relatórios médicos do hospital afirmam que ela teve insuficiência renal aguda causada por uma hemorragia.
A TV Record Brasília foi à clínica onde a vítima foi operada, mas ninguém estava autorizado a falar sobre o caso. O médico também não foi localizado.
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