A Polícia Civil do Rio informou nesta terça-feira (1º) que a quadrilha de cambistas desarticulada em operação que prendeu 11 suspeitos chegava a faturar R$ 1 milhão por partida da Copa do Mundo.
As investigações, feitas pela delegacia da Praça da Bandeira (18ª DP), apontam ainda que a quadrilha atuou em pelo menos quatro Mundiais e tinha acesso a áreas restritas da Fifa.
Procurado pelo R7, o Departamento de Imprensa da Fifa disse que "a entidade ainda não foi contatada pelas autoridades locais nem recebeu informações oficiais sobre o assunto, por isso, não está em posição de fazer qualquer comentário por enquanto".
Ainda de acordo com a Polícia Civil, dos 11 presos nesta terça, dois eram de São Paulo e nove do Rio. Os agentes procuram sete integrantes do bando, que era era chefiado por um francês de origem argelina, que adquiria ingressos por meio de várias fontes. Os tíquetes desviados seriam destinados a patrocinadores, jogadores das seleções participantes da Copa e a ONGs (Organizações Não Governamentais).
De acordo com o titular da 18ª DP, Fábio Barucke, três empresas de turismo envolvidas no esquema foram fechadas e as contas-correntes dos envolvidos serão bloqueadas.
— Essas agências se valiam dessa atividade com o fim de captar o maior número de clientes para que eles pudessem vender seus bilhetes com preço maior.
Veja o vídeo:
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