


Dezenas de presos da ala do seguro (onde ficam os condenados por crimes sexuais) foram tomados reféns, pelo menos oito deles foram colocados no telhado de bruços com as mãos amarradas. No domingo (24), vários detentos foram jogados pelo telhado, dois deles morreram com a queda (uma altura de cerca de 15 metros).

Os detentos já tinham feito na segunda-feira (25) as negociações para entregar o último refém, mas apenas depois do final das transferências. Os prisioneiros reclamaram das violências dos agentes e pediram melhorias na comida e estrutura do local. O presídio superlotou nos últimos anos, que tinha capacidade de 908 pessoas passou a ter 1.116 sem ter nenhuma melhoria na infra-estrutura. O mesmo ocorreu em outros presídios do Paraná.
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